quinta-feira, 17 de março de 2016

Minha vida de poeta

Trecho do poema "Minha vida de poeta"
Capitulo - entre fotos e cadernos

"Turbulento é o coração,
Que estraçalha a alma;
Remédio alucinógeno,
Vício que se torna permanente,
Visões oníricas e descontentes."
(...)


quarta-feira, 16 de março de 2016

Você também pode comprar o livro

Queridos leitores,

O livro já está disponível para compra através da campanha de edição.

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O sopro da poesia

Ela teve Aquela magia poética que faz escrever versos do amor, 
Declarações de paixão...
A epifania de uma sonhadora!

segunda-feira, 14 de março de 2016

O quê te espera?

Imaginem só...

Uma Coletânea com poesias de uma jovem, escritas durante 20 anos...

Todos os sentimentos de uma vida em transição, conturbação e emoção...

Pensamentos em constante mudança...

Várias formas de enxergar as coisas do mundo, 
As pessoas,
E os próprios sentimentos...

Sentimentos que não se explicam


...Cheiro de mato e capim limão...

Seu Mário

"Ah, Quintana!
Acabo de conhecer meu poeta predileto...
Tão belas e certas são suas palavras
Poesias, poemas, frases simples.
Dilemas


Quão sábias foram suas palavras
Sobre a sabedoria do poeta!
“Poeta é aquele que escreve e não aquele que lê poesias dos outros poetas.”

“A imaginação é a memória que ficou louca.”
E “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
“Amar é mudar a alma de casa.”

Que leveza ao ler tais letras
Rimadas com tanta destreza

Poeta de cabeceira!

sábado, 12 de março de 2016

Tá pronta a comida

"Seu sorriso largo de mulher guerreira,
Sangue de índia e pele vermelha,
Rosto trigueiro,

E olhar verdadeiro!"

(...)


(...)

"Lembro-me da senhora juntando folhas de alecrim,
Para fazer vassoura e varrer o jardim,
O terreiro de terra e a sala de pedra.
O cheiro da erva perfumava a casa,
Eu ainda criança fazendo graça."

(...)

Tá pronta a comida

O galo me acordava,
O Cantar do passarinho me despertava,
E com água da bica eu lavava o rosto.
Sentia a brisa da manhã,
E o ar puro da fazenda.


A minha velha querida,
Sentada no banco de madeira sorria,
Contando histórias de sua vida,
De assombrações a preocupações,
Lá estava minha avozinha,

Entre agulhas e mantilhas.

sexta-feira, 11 de março de 2016

Poema da noite

"Fecho os olhos e posso sentir sua mão tocando meu rosto,
Meu cabelo,
E meu corpo.
Lembro dos momentos que fugi de seu olhar,

E agora tudo o que quero é te reencontrar!"
...


"Vejo o desejo do seu olhar,
Que faz meu corpo se arrepiar;
Sua mão acariciando meu corpo nu,
E em devaneio silencioso viajo pelo escuro!"

(...)

Na casa da roça da vó Rita

"Gosto de caminhar até a porteira,
Sentir o pisar na terra vermelha,

O som dos passarinhos cantando livremente."

....





"Gosto do som do vento forte nas folhas das árvores,
Do som da água nos córregos,
Do perfume exalado pelas folhas de eucalipto,
Que formam trilha no caminho"
                                                                                     ....

Opção de capa


A  autora passou parte da infância vendo sua avó materna colhendo as folhas do capim limão para fazer chá no fogão à lenha para a família, e depois contar histórias a luz da lamparina.

Anos depois, o cheiro do capim limão começou a despertar as emoções vividas em uma época pura no interior e tornaram-se poesias.