O galo me acordava,
O Cantar do passarinho me despertava,
E com água da bica eu lavava o rosto.
Sentia a brisa da manhã,
E o ar puro da fazenda.
A minha velha querida,
Sentada no banco de madeira sorria,
Contando histórias de sua vida,
De assombrações a preocupações,
Lá estava minha avozinha,
Entre agulhas e mantilhas.
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